Comentário sobre um vídeo do professor Ricardo da Costa e do debate deste com o prof. Johnni Langer

Este comentário está aqui por um motivo: desencargo de consciência. E só. Achei necessário comentar – na verdade, registrar publicamente na internet, mesmo aqui neste solitário e fantasmagórico blogue – algumas coisas relativas ao vídeo e ao “debate” entre os historiadores profissionais o prof. Ricardo da Costa e o prof. Johnni Langer e aqui está tal registro do meu parecer – não que tenha sido requerido, claro. E é isso mesmo, um mero parecer, não um pedido de intromissão.

Antes de mais nada: não sou historiador – e para uma mente movida ao mínimo de apelo sadio ad uerecundiam esta seja já a confirmação de não que deve prosseguir a leitura. Daí que não só é possível que talvez cometa algum percalço, como é provável – caso isto ocorra, por favor leitor, corrija-me. Para entender tudo, peço ao leitor que antes de continuar leia:

Começarei falando do vídeo do prof. Ricardo comentando rapidamente o que me parece relevante, depois aterei-me a conversa deste com o prof. Johnni Langer onde aponto a eficácia do argumento do prof. Ricardo, mas levando uma ressalva quanto a ponto debatido terminando formulando meu parecer sobre.

O vídeo.

Postei-o aqui recentemente. Bem, estou convencido de que há uma atmosfera estranha no meio acadêmico, em especial no meio das ditas Ciências Humanas, e nisto concordo com o prof. Ricardo se por isto ele se refere a “crise”. O termo crise (do grego ‘krisis‘) é por demais forte, e geralmente tem certa conotação moralmente desconfortável para os não-alinhados, para os afetados por ela. Os causadores ou sujeitos aproveitadores dela – talvez não considerem que haja tal carga desconfortante. Daí que se tal “crise” é o corolário da Esquerda e do pensamento Esquerdista no mundo acadêmico, é sentido como “crise” pelos não-alinhados – mas não pelos Esquerdistas. O que uns chamam de crise, outros talvez chamem de “ápice”.

Eu me considero como um dos não-alinhados com a Esquerda. Por incrível que pareça, minhas aulas de grego com o prof. Henrique Murachco trouxeram minha cabeça para o mundo antigo de vez e durante a graduação, era uma das poucas vozes dissidentes dos marxistas que não liam Marx. Agora lecionando (e como disse certa feita o sr. Olavo de Carvalho, “isto não é lá grande coisa”) volto eu a ver movimentos estudantis e chavões esquerdistas repetidos. De fato, pelo que conheço – dos cursos de História, por exemplo – há uma presença maciça de autores ligados ao Marxismo em algum grau, e que cerram fileiras e mais fileiras criando uma, digamos (olha eu utilizando um conceito “marxista”, na verdade gramsciano), Hegemonia.

O prof. Ricardo parece apontar para uma visão geral de mundo Relativista, líquida, onde mesmo a concepção de verdade (“tradicional” – a por correspondência nos moldes aristotélicos) é posta em questão no cotidiano. Para os filósofos esta querela não é nova, nem está completamente superada (por exemplo, Steve D. Hales em seu Relativism and the Foundations of Philosophy apresenta uma formulação filosófica do Relativismo logicamente imune ao problema da autorrefutação – o grande problema de qualquer Relativismo, ou de proposições que caem sob seu próprio escopo, como “Não existe a Verdade”), mas se restringe a um campo “técnico”, especializado, na distante e estranha Lógica e Epistemologia contemporâneas.

O problema é o aparecimento de alguns vultos de certas sombras destas nas modas intelectuais pós-modernistas, combustível para as fornalhas vermelhas que aquecem os CA’s, cartilhas dos Movimentos Sociais, Departamentos de Humanas etc. Isto é o que gera certos posicionamentos dos estudantes, certo estado de apatia, certa paralisação dos mecanismos básicos de qualquer ensino-aprendizagem universitário (tradicional) à serio, e por outro lado, certa instauração de uma Polícia Ideológica que exclui sumariamente os dissidentes (como o prof. Ricardo bem testemunhara) ou meros críticos e de uma Politização radical. E aqui o prof. Ricardo apresenta o ocorrido na conversa com prof. Johnni Langer como exemplo a sua plateia – um exemplo induzido (com certa chacota sobre “neodruidas” e Stonehenge) a considerar que mesmo entre Profissionais sérios (e o trabalho do sr. Johnni Langer sobre religião Viking é o mais sério que conheço em termos de lusofonia) há essa atmosfera de “crise”, onde uma tal proposição “Não se pode julgar” dita pelo mesmo, é autorrefutativa ou descabida por ser ela própria um julgamento.

O debate sobre a questão do Julgamento.

Se isto é correto e se o messias judeu dos cristãos disse algo assim – que não se deve julgar (Mt. 7:1-2) – ele próprio não deu o exemplo, pois ao dizê-lo, julgou. E utilizar este argumento contra Johnni Langer e não usá-lo contra Jesus requer uma explicação a mais. Mas deixemos de lado esta explicação. Mas afinal, ao dizermos que “não devemos julgar” estamos já julgando? O óbvio ponto é como entendemos “julgar”. Se por julgar, entendemos a faculdade de discernir, justa e logicamente a partir de evidências/premissas, seja por deduções ou inferências, de fato – esta proposição nos convida a fazer algo impossível: privarmo-nos de uma característica essencial. Mesmo Jesus falou “julgar” (na passagem referida, está o verbo grego ‘krínō‘ – por incrível que pareça, é a mesma raiz que está na palavra ‘krísis‘, e lembro -me de uma aula do prof. Murachco em que explicara longamente a conexão etimológica entre as duas, coisa que só vim confirmar anos depois lendo o Chantraine) mais ou menos neste sentido (apesar de não ser difícil dar qualquer arrodeio somado com blá, blá, blá “teológico” para dizer o contrário e “livrar” Jesus).

Mesmo que tenhamos motivos claros para desconfiarmos da certeza de nossos julgamentos, é-nos impossível fugir deles. Por isto, acho antinatural o reclame de Cristo de que devemos não julgar – digo-lhe que é algo impossível como é não ser julgado por outrem, e por isto também (e para ser coerente), concordo com o prof. Ricardo da Costa.

Aqui é o ponto. O prof. Ricardo tem um argumento bom e fez bom uso dele. Basta ver os artigos em que se deram a discussão. O prof. Johnni Langer, em sua réplica, nada fez para desmontar o argumento ou elucidar mais nada. Deve ter ficado claro que escolheu um ângulo infeliz para atacar ao utilizar tal arma frágil.

No entanto, o ar de “supremacia” da moral cristã e do pensamento teológico medieval sobre os bárbaros empaladores de criancinhas vikings não é tão lógico assim, ou pelo menos não pode ser inferido tão facilmente de uma proposição como “não se deve julgar”. Explico.

A queixa do prof. Langer, se a entendi bem, é de que há certa “parcialidade” no texto, que conduz a afirmação estereotipada dos Vikings como desumanos e atrasados, para quem a adoção do Cristianismo representou um avanço e humanização. E nisto sua consideração de que se deve não ser parcial, coisa que ele formulou catastroficamente (e erradamente) como “não se deve julgar”. Pois, termos como “atrasados” e “avançados” são relativos a determinado contexto. Como “maior que” e “menor que” em Matemática – e isto não quer dizer que os matemáticos seja Relativistas Pós-Modernos. Do mesmo modo que um simples reconhecimento de que determinados predicados são relativos (ou ‘subjetivos’) não torna alguém necessariamente Relativista no sentido mais forte e pós-moderno do termo, pois nada impede que se reconheça predicados absolutos como “infinito” na frase “a burrice é infinita” (cá pra nós, o uso recorrente de imagens e indiretas na tréplica do professor Ricardo soa algo desequilibrado).

Suponhamos, pois o seguinte modelo simplista: temos um fato – que por si, não é “relativo” – mas temos interpretações n sobre o mesmo. Neste sentido, boa parte do trabalho historiográfico seria de construção discursiva de interpretações (ou modelos interpretativos) sobre fatos averiguados objetivamente (na verdade, o próprio trabalho de averiguação objetiva – ou mesmo de sua possibilidade – é questionado por uma ruma de gente, que agora não vem ao caso). Daí que não é de espantar que se tenha interpretações conflitantes, não só sobre o mesmo fato, mas pelo número de fatos tomados como basilares em dada interpretação ou para uma interpretação mais adequada. Ou seja, haverem interpretações conflitantes ou dissidentes não é necessariamente problema – já que seria “natural”, o problema é decidir qual interpretação é mais adequada de acordo com a totalidade dos fatos (e nisto, no meu ver precisamente, entra o debate técnico dos Historiadores profissionais). Ou seja, decidir qual modelo explicativo é melhor (no sentido de ser melhor embasado nos “fatos averiguados objetivamente”). E este trabalho requer, pelo menos teoricamente, honestidade para com tal averiguação objetiva dos fatos. Assim como pressupõe uma plataforma comum de diálogo (mesmo que haja uma plataforma metodológica diferente), mesmo entre as interpretações conflitantes – ou seja, requer certo cânon interpretativo, seja a adoção de um pressuposto metodológico ou interpretativo comum, ou outra coisa.

Daí que considerando assim, eu, por exemplo, sou favorável a revisionismos em História – a formulação de hipóteses interpretativas concorrentes, pelo menos teoricamente, força as interpretações dominantes a se melhorarem – pela elucidação do modelo ou da exposição das fontes/fatos objetivos – ou caírem por terra, caso sejam mal formuladas ou baseadas em “fatos” forjados etc. É mais ou menos como a proposta do sr. Paul Feyrebend no Contra o Método, mas aplicada à História. Neste caso, ao meu ver, quem tem a ganhar é a verdade – o modelo explicativo mais correto (e completo) em relação as fontes objetivas factualmente consideradas – ou pelo menos, se ganha em progresso/melhora no rigor dos modelos explicativos.

Isto no mundo real, tem de ver com o apaixonamento por bandeiras que muitas vezes pode determinar a direção interpretativa de um fato e transcendem o mero interesse histórico. Tais apaixonamentos servem de óculos pelos quais enxergamos o restante. Por exemplo, imaginemos o seguinte: temos um relato textual de um monge franco que narra a prática de empalamento de crianças por parte dos cruéis Vikings no assalto de uma costa próxima a um mosteiro. Há o texto, é um fato. Agora, como entendemo-lo? Se se é cristão, e se deseja mostrar o terror e desumanidade dos Vikings (ou se se parte da infalibilidade de qualquer relato cristão), simplesmente tomamo-lo como relato não só fidedigno, mas prova inconteste de tal atrocidade, por ser um relato absolutamente verdadeiro e certificado de tal. Mas se alguém discorda, e diz que esta fonte primária, na verdade não é uma fonte primária mas sim um relato imbuído de propaganda e intenções difamatórias e que por isto, não é tão fidedigno assim, como fazemos para decidir qual interpretação é melhor? Este é o ponto.

Aqui temos de comparar a construção dos modelos explicativos e as fontes utilizadas por eles (e muitas vezes, as fontes das fontes). Por exemplo, suponhamos que o segundo historiador utilize para descreditar o relato do monge franco o seguinte: 1. recorra a relatos autóctones/endógenos que descrevem costumes mas não incluem tal prática, 2. recorra a uma análise linguística para saber se tal prática é nomeada e como é referida no idioma dos Vikings, 3. recorra a narrativas contemporâneas outras de outros monges que sofreram presenciaram ataques Vikings (de preferência sem que um tenha conhecimento um do outro) e que não narraram tal prática (que se feita, mereceria o relato, pois). 4. que os critérios de moralidade de ambas as culturas são incomensuráveis ou ainda equipolentes, pois mesmo a “inteligentsia” monástica (por exemplo) sancionara certos atos cruéis (noutros contextos, como nos processo de heresia) tanto quanto o empalamento etc. 5. haja a intenção do monge em denegrir a imagem dos invasores (atestada por outras cartas suas, etc.); ou ainda 6. que ainda que o dito monge franco, por exemplo, “aumentou” ou narrou erradamente algum fato conhecido. Paremos, por aqui. O ponto é que a partir destes 6 pontos, se poderia advogar, adequadamente, que o testemunho do monge não é tão fidedigno assim.

Novamente, a questão é a análise das fontes, aí é onde a discussão deve se dar. Não há problema em “histórias partidaristas” (se é que possível fazer uma que não seja em algum grau). Que cristãos escrevam livros do tipo “A História segundo o Cristianismo” ou que os marxistas escrevam livros do tipo “A História segundo a luta de classes” etc. Mas que isto seja feito nas claras, que se deixe claro a diretriz ideológica/religiosa dali. O problema está no oferecer gato por lebre. Em tentar, na surdina, passar-se pela “oficial”, a verdadeiramente absoluta História. E se há cristãos que criticam isto nos Marxistas (de reescreverem e na surdina instaurarem sua versão como hegemônica), mas fazem o mesmo (ou desejam), paciência – alguns, parece-me, criticam pelo ranço do privilégio perdido em reescrever, pela existência de uma concorrência (e de um forte que age como eles). Não me refiro ao prof. Ricardo da Costa, pois, mas tenho em mente certos revisionistas da Inquisição etc. que se portam exatamente como os  marxistas que tanto odeiam. Que as interpretações concorrentes digladiem-se entre si – havendo condições justas de pesquisa e divulgação de resultados (e este ponto é realmente importante – pois a interpretação hegemônica geralmente toma medidas práticas para minar/demonizar a concorrência), as mais bem fundamentadas permanecerão (talvez revisadas e corridas); mas as caras, com suas bandeiras a vista.

Voltando ao caso do prof. Johnni Langer e do debate com o prof. Ricardo da Costa, se o sr. Johnni Langer reclama de um (suposto) partidarismo cristão no texto, fê-lo erradamente. Por outro lado, há uma sobrelevação da mera análise de fontes quando o prof. Ricardo da Costa, expressamente, advoga a superioridade cultural do mundo cristão; e no ar fica como se a religião dos Vikings legitimasse e fomentasse a prática do empalamento de crianças, e que toda pessoa que se identifica com esta religião (em especial, hoje) fosse um empalador de criancinhas em potencial. Bem, primeiro, não é bem assim – i. É preciso ter evidências de que os textos de narrativas mitológicas de de caráter sacro dos Vikings defendam esta prática, para só então, deduzirmos que seja sancionada e fomentada pela visão religiosa. ii. Que mesmo que fosse, identificar-se religiosamente hoje com tais povos não requer necessariamente que o sujeito esteja moralmente obrigado a praticar isto hoje, como há cristãos hoje que não queimariam hereges ou os colocariam em damas de ferro (práticas, diferentemente do que sabemos do empalamento dos Vikings, sancionadas e aprimoradas pela visão religiosa cristã daquele dado período histórico). Daí que se o prof. Johnni Langer for um “neodruida” (nas palavras do prof. Ricardo da Costa em seu vídeo – em sua tréplica o prof. novamente confunde Celtas com Germânicos – coisa que não seria de espera de um historiador conhecedor de Vikings – ao falar da estultice dos primeiros onde supostamente Aristóteles teria concordado – creio que refiram-se ao livro 3 da Ética a Nicômaco do estagirita – onde não está bem assim, o que me soa um comentário despropositado) isto não o faz um empalador de criancinhas, como se, se o prof. Ricardo da Costa fosse católico não faria dele automaticamente um queimador de hereges, torturador de mulheres, obliterador de pedofilia alheia ou coisa assim. É simplesmente um non sequitur e tem mero peso retórico; é um, como se diz no popular, “o que é que o cu tem com as calças?”

Por outro lado, para a plateia moderna, e mesmo para mim, fica difícil negar o caráter cruel de um empalamento infantil – e o horror que a imagem gera na mente das pessoas (especialmente, das que como eu, têm filhos pequenos) serve quase como um persuasor (retórico) instantâneo de que quem não praticara isto é, de fato, Superior – e que uma religião que deixa isto passar é Maléfica. Bem, mas analisar isto seriamente requer dissipar-se de tais sentimentos. Afinal, qual o contexto em que tais práticas eram realizadas? Pelo que conheço (e se estiver enganado, alguém me corrija!), geralmente, são práticas de “warfare state”, propaganda de guerra que visa horrorizar (o máximo possível) o inimigo – e isto não tem de ver, necessariamente, com a sanção religiosa. Se assim fosse, nenhum guerreiro/rei cristão empalaria ninguém – uma vez que Jesus não mandou empalar ninguém (que eu saiba). E empalaram (… Vlad, o empalador, o famoso “Drácula” era cristão e ergueu vários mosteiros em seu reinado, para veres como era religioso). Aproveitar um ponto de determinada prática realizada por uma elite guerreira num dado período histórico para condenar toda uma cultura (da qual a elite é parte e não o todo) – e mais ainda uma religião – por todo período histórico anterior e posterior é uma generalização apressada (com ares sofismáticos) e um partidarismo que deve ser posto as claras. Daí que do mesmo modo que o Cristianismo não é culpado por isto (empalamento), a religião Viking não é – mesmo que admitamos que haja padrões de moralidade e de “humanidade” diferentes entre as religiões – e que sejamos cônscios de que o modelo de “humanidade” no Ocidente (que em última instância desdobra-se na noção de Direitos Humanos) e Humanismo laico atual é muito mais devedor da visão cristã que de outras visões.

Não é uma questão de relativizar a prática, mas de pô-la em seu devido lugar – e dissociá-la da religião, como os empalamentos feitos por cristãos são dissociados do Cristianismo. É não usar dois pesos e duas medidas. Se isto é ser imparcial, e se isto é o que o prof. Johnni Langer tentou dizer, então concordo com ele. Se foi isto. No entanto, é fato, que o reclame dele de “não julgar” não foi bom nem nada eficaz e que os argumentos do prof. Ricardo contra isso (este tipo de argumento remonta ao Teeteto de Platão e não tem nada de medieval) estão de bom tamanho – apesar de considerar que explorou isto além da conta insinuando a superioridade da literatura cristã da época – como se esta não fosse devedora inconteste do mundo pagão clássico e como se os cristãos não cometessem lá suas barbaridades em “warfare states” (pode-se argumentar aceitavelmente que nesta época, em grau menor).

Bem, já escrevi alem da conta. Sobre a proposta de “restauração” do prof. Ricardo da Costa, merece outros comentários – e é algo a ser visto em relação a outro texto que apontei cá no blogue (o do Otto Maria Carpeaux, na postagem anterior). Mas fica para outra ocasião.

Inté!

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“Entrismo” como Subversão e a “Ideia de Universidade e as Ideias da Classe Média”

Rapidinho, dois textos interessantes:

  1. Para os interessados em teorias de subversão política e nos desdobramentos práticos, recomendo o texto “O caso do Entrismo Nacional-Anarquista” por Troy Southgate disposto do blogue de cultura dissidente Legio Victrix (clica para ler)
  2. O texto “A idéia de Universidade e as ideias da Classe Média” de Otto Maria Carpeaux (clica para ler em pdf), um ótimo texto que acrescenta ainda mais para a reflexão sobre o mundo universitário cotidiano (via blogue “Notas de um leitor”).

Espero que seja útil.